Descubra os principais fatores para consolidar a segurança da informação nas empresas

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Impulsionadas pela era digital e seus avanços tecnológicos, muitas empresas enfrentam um dilema. Se, por um lado, inovar aumenta a exposição a ataques cibernéticos, é também por meio de inovações que se alcança a segurança da informação consistente.

Ao longo dos tempos, a informação tem sido de grande valor para as civilizações, possibilitando inúmeras realizações. O mesmo ocorre com as empresas, que têm em seus ativos de dados o grande valor de seus negócios.

Dessa maneira, é importante mantê-los protegidos, em especial nesta era tecnológica, em que o acesso aos conteúdos é cada vez mais facilitado e extensivo a todos. Por isso, é preciso ter políticas de segurança sólidas, sustentadas por fatores como integridade, confidencialidade e disponibilidade, além de contemplar as três camadas da gestão da informação — física, lógica e humana.

Este post traz um panorama completo e detalhado sobre o tema, apresentando os principais pontos para uma gestão de segurança da informação consistente. Nosso objetivo é promover a reflexão sobre a importância de preservar informações empresariais, indicando boas práticas para fazê-lo e apontando riscos. Acompanhe!

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Sua empresa está realmente segura?

Com o advento da tecnologia através dos tempos, o volume de informações e o acesso a elas foram crescendo, e isso elevou também a preocupação das empresas com a segurança desses dados.

Tudo começou com o uso de computadores, concentrando grande volume de informações em um único local. Depois vieram os microcomputadores, as redes locais e remotas, a abertura comercial da Internet e, por fim, o aumento da oferta e a evolução dos dispositivos móveis, levando tudo isso ao alcance de mais camadas da população.

Com o processo que culminou com a recente transformação digital, criou-se, então, um ambiente propício para o roubo de dados. Por isso, a tendência é que as empresas invistam mais em segurança da informação. Segundo estudo publicado pela PWC, a média de orçamentos da área aumentou 51% nas empresas de um ano para o outro.

Sendo a informação algo de extremo valor para as empresas, nada mais natural que investir em esforços para resguardá-la. No entanto, embora os investimentos na área estejam crescendo, 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas de segurança da informação, ainda que mais da metade delas tenha uma política de segurança definida, conforme pesquisa realizada pela ESET.

Segurança da informação

De acordo com ISO/IEC 17799:2005, pode-se definir segurança da informação como a área de atuação que visa proteger ativos da informação contra ataques — acessos não autorizados, alterações indevidas ou indisponibilidade — com objetivo de garantir a continuidade do negócio e minimizar os riscos. Ou seja, visa assegurar a integridade, a confidencialidade e a disponibilidade das informações.

Na prática, trata-se de tudo que envolve a proteção de sistemas e dados de um indivíduo ou empresa, seja ela pequena, média ou grande. Nesse sentido, o nível de segurança deve ser estabelecido de acordo com o valor da informações e os potenciais prejuízos envolvidos em seu uso indevido.

A gestão de segurança da informação pode ser dividida em 3 camadas, a fim de garantir que todos os seus dados sejam salvaguardados.

Física

É o espaço físico onde está instalado o hardware — computadores, servidores e seus periféricos, como modems, cabos etc. Ou seja, concerne às áreas de infraestrutura e TI, considerando a segurança do espaço em si e a dos equipamentos.

Essa camada exige proteção contra ameaças distintas, desde desastres — como incêndios, alagamentos e desabamentos — a acesso de pessoas não autorizadas. Em pequenas empresas, por exemplo, os dados costumam ser armazenados em estações compartilhadas ou em servidores de rede, cujo acesso físico e virtual nem sempre é restrito, o que aumenta muito o risco de um incidente de segurança.

Dessa maneira, o controle de acesso aos recursos de TI, o fornecimento ininterrupto de energia e a instalação de firewalls são políticas de gestão da segurança da camada física.

Lógica

Constitui-se pelo uso de softwares, responsáveis pelo funcionamento do hardware. É nessa camada que, de fato, ocorrem transações digitais e consultas. Envolve a movimentação de dados, criptografia de mensagens, senhas etc., em que se encontram as regras, as normas e os protocolos de comunicação.

A segurança, nesse nível, refere-se ao acesso que o usuário tem às aplicações instaladas em uma máquina, sendo as ferramentas de controle ocultas à sua vista. Nesse sentido, além de manter os sistemas operacionais atualizados e realizar backups, o uso de determinados softwares pode ajudar a preservar a segurança da empresa, minimizando os riscos dessa camada.

Entre essas ferramentas, podemos citar os sistemas de gestão de transações digitais, como o Portal de Assinaturas. A plataforma possibilita a gestão e o armazenamento de documentos, oferecendo praticidade e agilidade, além de garantir a segurança das informações em negócios digitais.

Humana

É formada por todos os recursos humanos presentes na organização, em especial pelos responsáveis pela área de TI e por todos aqueles que têm acesso aos seus recursos, seja para manutenção ou uso.

Das três camadas, é a de gerenciamento mais complexo, uma vez que envolve a reação de pessoas: como os funcionários reagem a ataques cibernéticos ou como lidam com a pressão e a manipulação psicológica para que permitam o acesso ou divulguem informações confidenciais.

Daí a dificuldade em avaliar os riscos e gerenciar a segurança, envolvendo o fator humano e suas características emocionais, socioculturais e psicológicas, variando individualmente.

O sucesso da gestão de segurança, aqui, depende da percepção do risco pelas pessoas. Por isso é importante treinar e instruir cada membro da equipe para lidar com eventualidades e abordagens indevidas. Por meio de políticas de segurança e conscientização do usuário, em uma gestão que envolve pessoas e processos é possível controlar a segurança dessa camada.

Quais dados são alvos de ataques cibernéticos?

Ciberataques são motivados por diversos fatores, da vaidade à intenção de furto (de dinheiro ou de informações privilegiadas). Dessa maneira, negócios, seus processos e ativos físicos, tecnológicos e humanos são constantemente alvo de ameaças, que buscam pontos francos, vulnerabilidade e portas de entrada.

Pode-se dizer que as ameaças do mundo digital espelham as ameaças do mundo físico. Por exemplo, se uma empresa é passível de desfalque, então esse é um risco também no ambiente virtual. Assim como bancos físicos sofrem assaltos, bancos digitais também podem ser roubados.

O cibercrime envolve as mesmas ações que ocorrem no mundo físico, como extorsão, roubo, vandalismo, voyeurismo, exploração, chantagem e fraude, entre outras. Os maiores riscos se relacionam a vazamento de informações, roubo de propriedade intelectual, ataques bancários, uso da infraestrutura para atacar terceiros e sequestro de informações.

De acordo com a pesquisa realizada pela ESET, já mencionada, entre os problemas mais recorrentes, 83% das empresas citaram a infecção por malware (códigos maliciosos), 19% a exploração de vulnerabilidades e 18% o phising (envio de links falsos para captura de dados).

Sendo assim, listamos aqui os principais pontos vulneráveis de uma empresa. Confira!

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Backup

Pode-se dizer que quase todas as empresas têm políticas de backup de seus servidores. No entanto, nem sempre a periodicidade é regular ou os intervalos são suficientes. Outra questão importante é a segurança do local onde o backup é armazenado.

Na prática, a maioria das empresas realiza backups manuais e raramente verifica as cópias após o procedimento. Ou seja, embora haja processos organizados para prevenir a perda de informações, estão vulneráveis. No caso de um sequestro de informações, por exemplo, além da perda dos dados, o maior desafio é saber por onde recomeçar, uma vez que não há backup ou o mesmo está desatualizado.

Servidor

Manter os dados em um servidor local é assumir um grande risco, incluindo desastres naturais. A melhor opção é  um data center ou CPD (Centro de Processamento de Dados). Segundo a pesquisa da PWC, 47% das empresas já utilizam a computação em nuvem, sendo que a maioria delas constatou melhora em relação à segurança.

Documentos impressos

Impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados. Além disso, todo o ciclo de gestão de um documento impresso é passível de ameaças. Extravio, danos físicos, roubo e perda são alguns dos riscos a que documentos estão sujeitos durante os trâmites de envio para assinaturas, transporte e arquivamento.

Nesse sentido, destaca-se a segurança da informação em contratos, com a substituição de documentos impressos por arquivos eletrônicos.

Senhas fracas

Embora pareça complicado, descobrir senhas é uma das formas mais fáceis de hackers invadirem dados. Eles se valem de programas que utilizam nomes próprios, datas, palavras do dicionário, títulos de filme e nomes de personagens, testando milhões de combinações possíveis de letras e números até achar a correta.

Dessa forma, é fundamental que a empresa adote medidas de segurança como utilização de caracteres múltiplos e troca periódica das senhas.

Inimigos internos

O maior perigo vem de dentro, especialmente quando o acesso às informações da empresa é aberto a todos os colaboradores, ficando sujeita ao corrompimento de funcionários — ativos ou já desligados. Por isso, é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário, restringindo cópias e realizando o corte imediato do acesso após a demissão.

Quais os principais fatores que consolidam a segurança da informação nas empresas?

No sentido de proteger as empresas frente a possíveis ataques às suas vulnerabilidade, a segurança da informação consiste na implementação de ferramentas e mecanismos fundamentados em princípios como:

Disponibilidade

Possibilita o acesso à informação por parte dos usuários autorizados, de forma segura, sempre que houver necessidade. Envolve a eficácia do sistema e o correto funcionamento da rede, garantindo que a informação esteja disponível quando necessário.

Partindo desse princípio, na hora de gerar relatórios para a auditoria, por exemplo, é preciso que os dados sejam encontrados e processados com certa facilidade. A perda da disponibilidade ocorre quando não é possível acessar uma informação da maneira esperada.

Integridade

Preserva as características originais da mensagem, bem como dos métodos de processamento, impedindo que pessoas não autorizadas possam, intencional ou acidentalmente, adicioná-la, removê-la ou modificá-la. Ou seja, garante a exatidão do conteúdo, bem como seus métodos de modificação, manutenção e validade. Dessa maneira, somente pessoas autorizadas podem modificar os dados do sistema. Processos desenhados estrategicamente permitem a recuperação de informações perdidas ou danificadas.

Há perda da integridade não só quando uma informação é alterada indevidamente, mas também quando não se pode garantir que se trata da versão mais atualizada.

Confidencialidade

Garantia de que apenas pessoas autorizadas tenham acesso à informação, protegendo-a de acordo com o nível de sigilo exigido pelo seu conteúdo. A principal maneira de garantir a confidencialidade é o controle de acesso, por meio de autenticação por senhas. Além disso, recursos de criptografia vêm sendo utilizados no sentido de proteger dados durante sua transmissão.

A perda da confidencialidade se dá quando ocorre divulgação não consentida, ou seja, pessoas não autorizadas têm acesso à informação, o que deixa as empresas vulneráveis a roubo de informações, ciberataques e uso indevido de dados pessoais dos clientes, causando diversos prejuízos, inclusive financeiros.

Autenticidade

Assegura a identidade de quem está enviando uma informação, assim como a não alteração desta, após o envio ou a validação. Consiste em identificar e registrar o emissor da informação, ou seja, a documentação de qualquer manipulação de dados realizada por um usuário.

Conformidade

Assegura que a produção da informação, por meio de ferramentas de TI e comunicação, siga as normas, os regulamentos e as leis vigentes no local ou país.

Irretratabilidade

Também chamada de não repúdio, é consequência da autenticidade e impossibilita que o autor se esquive da autoria da mensagem, negando a assinatura de um documento, por exemplo.

O princípio do não repúdio é assegurado pela assinatura digital, garantindo a segurança da informação em processos digitais.

Como manter o nível de segurança dos dados em uma empresa?

Com base nesses princípios, a empresa deve montar uma estratégia de segurança da informação, mantendo um olhar global do seu negócio, bem como das ferramentas utilizadas. Sendo assim, listamos aqui algumas dicas práticas para preservar a sua empresa de ataques cibernéticos ou eventualidades que coloquem em risco seus dados. São elas:

Configure a segurança

É importante manter as atualizações de segurança em dia, garantindo a configuração segura de todos os aplicativos de informação e comunicação.

Além disso, todos os softwares — de controle financeiro, de gestão ou específicos — devem ser atualizados constantemente. Novas versões sempre trazem benefícios e vantagens que contribuem para a segurança dos dados armazenados.

Defina privilégios de uso

O controle de acesso prioritário para usuários é fundamental, por meio de processos de gestão de contas e limitação das contas privilegiadas. Dessa maneira, é mais fácil controlar quem tem acesso a quê.

Os softwares utilizados na empresa devem fornecer histórico das ações e acessos diferenciados por usuários, contendo apenas informações necessárias ao desempenho do seu trabalho.

Proteja-se contra malwares

Malwares são softwares maliciosos que se infiltram no seu sistema, causando danos ou roubando dados. Para desenvolver uma política de segurança relevante, é importante mapear todas as áreas do negócio suscetíveis a esses ataques e então estabelecer defesas aplicáveis para cada uma delas.

A plataforma mais utilizada pelas empresas, o Windows, permite a utilização de antivírus como ferramenta de proteção. No entanto, é crucial mantê-lo atualizado, além de escanear as máquinas periodicamente, removendo malwares e vírus.

Faça a segurança de rede

É preciso proteger a rede de segurança contra ataques internos e externos, estabelecendo controles de segurança, testes e monitoramento.

Nesse sentido, diversas medidas podem ser adotadas:

  • escolha uma senha forte;
  • implante ferramentas de notificação, em tempo real, de atividades suspeitas em aplicativos de rede e hardware;
  • configure os roteadores, criptografando a rede;
  • altere a senha do Wi-Fi periodicamente, evitando que visitantes e ex-funcionários tenham acesso a ela.

Assine documentos digitalmente

Você já sabe que os arquivos digitais, armazenados na nuvem, são muito mais seguros que documentos impressos. No entanto, vale mencionar que a assinatura digital confere ainda mais segurança aos seus arquivos.

Documentos assinados digitalmente apresentam três aspectos: integridade, autenticidade e não repúdio. Como vimos, são fatores que fundamentam a segurança da informação.

Use criptografia

A criptografia consiste em um código, uma técnica em que a escrita é embaralhada, de maneira que apenas quem criou os códigos possa acessá-la. Ou seja, ela protege a informação, deixando-a indecifrável, o que impede que o texto seja compreendido por pessoas não autorizadas a enxergá-lo.

Dados criptografados são fundamentais para a segurança da informação nas empresas, por isso assinaturas digitais são criptografadas. Da mesma forma, arquivos como planilhas financeiras, minutas de contratos, planos estratégicos de marketing e outros devem ser protegidos por essa técnica — principalmente na utilização de dispositivos móveis.

Invista em treinamento

Ainda que o ideal seja a empresa contar com uma equipe especializada em manter a segurança dos dados, capaz, inclusive, de prestar suporte em caso de eventualidades, conscientizar e educar os funcionários é imprescindível.

Capacitações e treinamentos são um ótimo meio para manter a equipe informada e atualizada a respeito das políticas de segurança da empresa, explicando as regras estabelecidas, além de informar sobre os cuidados implicados na utilização de dispositivos e sistemas, para assegurar o cumprimento das normas de segurança.

Realize backups

Independentemente de onde os dados são armazenados — servidor local ou data center —, os backups são fundamentais. Muitas empresas o fazem mensalmente, o que pode não ser suficiente. O mais recomendado é que o processo seja feito diariamente ou até de hora em hora, em alguns casos.

Tal procedimento permite que a empresa continue funcionando em caso de incidentes, como sequestro ou perda de dados. Por isso, é uma segurança também em caso de urgências.

Gerencie incidentes

É preciso estabelecer prazos de resposta aos incidentes ocasionados por invasões do sistema, assim como por acidentes naturais, bem como um plano de contingência realizado pelas equipes de suporte, manutenção e inteligência.

Adote termos de confidencialidade

O pré-estabelecimento de acordos de confidencialidade deve resguardar a empresa em determinados tipos de relacionamento, como quando colaboradores terceirizados e fornecedores precisam acessar informações relevantes da empresa.

Qual a importância de investir em segurança da informação?

Infelizmente, a tecnologia evolui para o bem e para o mal: os mesmos avanços utilizados pelas empresas para progredir são usados por hackers para sofisticar seus ataques. Dessa maneira, o trabalho com segurança de dados deve ser encarado pelas empresas como um investimento.

Uma pesquisa realizada em 2015 pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) apontou as pequenas e médias empresas como os maiores alvos de ataques cibernéticos. Isso porque essas empresas têm menos recursos para investir, tornando-se mais vulneráveis.

Além disso, a adoção de práticas de segurança da informação pode trazer outros benefícios:

Proteção dos ativos

Contatos de clientes e fornecedores, propostas comerciais e de parcerias, cotações de produtos e serviços, relação de recibos e impostos pagos estão entre os documentos que, praticamente, toda empresa tem e precisam ser salvaguardados.

O sigilo de informações como essas é fundamental para não comprometer o trabalho de toda a empresa.

Ética

Além da segurança de seus próprios dados, toda empresa tem o compromisso moral e ético de guardar e manter seguras as informações de terceiros que tem em seu poder. São dados de clientes, parceiros e funcionários, que não devem ser perdidos, tampouco roubados ou utilizados com má-fé, em fraudes, por exemplo.

Vantagem competitiva

Com consumidores cada vez mais exigentes, que buscam informações sobre as empresas antes da tomada de decisão, a associação de valores como confiabilidade e segurança à sua marca se torna um diferencial competitivo. Quanto maior o nível de segurança oferecido aos seus clientes, mais a sua empresa se destacará entre a concorrência.

Como vimos, são necessárias medidas específicas para cada camada da gestão da informação a fim de garantir um escopo consistente para a segurança dos dados de uma empresa. Dessa maneira, investir em treinamentos, infraestrutura e novas ferramentas, bem como apostar na digitalização e desburocratização do processos, é o caminho.

Os crimes cibernéticos se configuram, hoje, como uma das maiores ameaças à continuidade de um negócio, o que explica o crescente aumento dos investimentos em segurança da informação. Esse é um passo crucial para se manter forte no mercado, garantindo a confiança e a credibilidade de seus clientes e parceiros.

Agora que você já sabe como manter os dados de sua empresa em segurança, que tal conhecer um pouco mais sobre os processos digitais e como eles agilizam as demandas da empresa?


 

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